domingo, 6 de fevereiro de 2011

Diário de um cão


1ª semana: Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!

1 mês: Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2 meses: Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova “família humana ” cuide tão bem de mim como ela o fez.

4 meses: Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como “irmãozinhos”. Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.

5 meses: Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz “pipi” dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.

8 meses: Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido… Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!

12 meses: Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!
13 meses: Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.
15 meses: Já nada é igual… Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue…

16 meses: Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. “Ouçam, Esperem!” lati… se esqueceram de mim… Corri atrás do carro com todas as minhas forcas. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.

17 meses: Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minha alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém! Mas somente dizem: “pobre cãozinho, deve ter se perdido.



18 meses: Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus “irmãozinhos”. Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras “para ver quem tinha melhor pontaria”. Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.

19 meses: Parece mentira quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.


20 meses: Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado “calçada”, mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho…

Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo…Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: “não chegue perto”. Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. “Pobre cãozinho, olha como te deixaram”, dizia… junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: “Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio”. É melhor que pare de sofrer”.

A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. 

Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria!



autoria desconhecida .Retirado do blog da Fran.

Selos.


Os primeiros selos .  Que emoção *o*
 Recebi meu primeiro selo hoje , ( na verdade recebi ele dia 27/01 ) do blog Jeito menina de ser
Blog dela é perfeito eu babo nele.

Eu não entendo muito dessas coisas de selo , mas  se fizer errado me corrijam ta .
 A regra é responder as perguntas e indicar de 5 á 15 blogs .


Nome: Nathalia Macedo 
Uma música: Quero Sim - Paula Fernandes 
Humor: Feliz 
Uma cor: Laranja
Uma estação: Primavera
Como prefere viajar: De qualquer jeito com amigos e pessoas legais tudo vira festa 
Um seriado:  CSI
Frases ou palavras mais ditas por você:  As coisas sempre melhoram .
O que achou do selo:  Muito lindo e fofis *o*

Deve indicar de 5 á 15 , bem vou indicar só seis tá os que mais visito .

Indicando blogs: 


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Acho que me comparas  com um boneca,  pois vive a brincar com os meus sentimentos °°

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011


  Todo mundo tem o seu jeito  de ser....  manias princípios , somos diferentes .
                        Então esse é meu jeito de ser  @
                                                                                   
                                                                     

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Fique


Pode ter passado esses anos todos e meu sentimento por ti nunca se calou, pode ter passado horas e horas e esse amor aqui só aumentou. Você agora decidiu ir embora, longo quando tomei coragem pra te falar o que sinto. Não vá embora, fique , podemos ser felizes juntos. O que posso fazer pra te impedir...
Corro ate estação , seu Ónibus está preste a parti, olho janela por janela vejo rosto por rosto, ate que encontro aqueles olhos que tanto me encantam .
Grito seu nome ,você me encara , desce do ónibus e ficamos ali, nós três, eu , você e o silêncio...
_ O que você está fazendo aqui ? Pensei que não queria se despedir de mim.
_ Não é que eu não queira, e não quero mesmo, isso me doí muito , quero que você fique , eu te amo , esses anos todos...

Será que essa historia vai ter um final feliz ? 

sábado, 15 de janeiro de 2011

Pressentimento não me deixa ...


O corpo estremece , o sexto sentindo entra em alerta,  algo de errado _ aonde? quando ? _ tudo tão vago, só algo no fundo que  me faz sentir calafrios.  A intuição avisa _ ali. _ só não consigo enxerga, a neblina tampa qualquer visão , ouço risos, vozes .Sinto que estou perdendo a respiração, e os tremores não passam, as vozes pararam e os risos também, agora só uma unica voz na minha cabeça  dizendo _ Há algo de errado!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

~

Na varanda de minha casa , avistava-se uma casal, andando de mãos dadas, na mais perfeita sintonia.
O rosto da menina me encantava de felicidade e os olhos do meninos me enchiam de verdade .A profecia do amor ali se cumpria.
Mas tarde andando pela rua, vi sentada  uma senhora de cabelos brancos  com sua agulha de croche,e ao seu lado um senhor de barba, cabelos grisalhos, se balançando em sua cadeira e conversando com sua companheira de tantos e tantos anos .Os risos em seus rosto mostravam a felicidade que ali habitava e que o tempo não tinha apagado a lealdade.
Com o livro em meu colo, sentada no banco da praça, crianças ao meu lado brincavam até que brigaram e resolveram brincarem sozinhas, de lado a menininha olhava com tristeza que a brincadeira chegara o fim, e o menininho sentia o mesmo, aquele sentimento se firmou ate que um dos dois se levantou  e pediu desculpa.
Ali eu entendia tudo que tinha visto, que aquele
sentimento que tomava conta de todos, que existia em cada quanto que via, algo que não tem idade, nem prazo de validade. Algo que te deixa feliz só por aquela pessoa estar ali, que há momentos ruins e bons, e no momento da raiva parece que desaparece mas com um pedido de desculpa renasce de novo, e que o tempo é só mais um obstáculo que é vencido tão límpido, e tão perfeito chamado de amor.